
Como marido traído, novamente o povo é o último a saber. Esse escândalo da árvore de Natal de Florianópolis, na Avenida Beira Mar Norte, só veio à tona por causa da disputa de poder entre o clã Amin (antigos “donos” de Florianópolis) e o grupo de Dario Berger (atual ditador). Disputas politiqueiras à parte, é óbvio que em um município como Florianópolis, torrar 3,7 milhões em uma árvore de natal, seria no mínimo prodigalidade. Isso se o dinheiro fosse realmente gasto na tal árvore, pois segundo noticiário, houve superfaturamento de R$ 2.000.000,00. A palavra certa é safadeza, assalto aos cofres públicos, descaramento. Nem me venham dizer que, por seu mote de cidade turística, a árvore é fundamental. Nem tampouco que turistas vão cancelar suas reservas em hotéis por causa de uma simples árvore. Esse “elefante branco” é totalmente dispensável. O Espírito de Natal não se manifesta pela ostentação, mas tão somente pelo coração. Com esse dinheiro seria possível construir, por exemplo, 37 Km de malha cicloviária, unindo todas as praias do Norte da Ilha de Florianópolis, reduzindo sensivelmente o número de acidentes com ciclistas e prestando uma enorme contribuição ao meio ambiente devido à redução de veículos na ruas, não só nas temporadas, mas durante todo o resto do ano. Terminar, inclusive, a ciclovia entre Canasvieiras e Ponta das Canas, obra que empacou em 25% do percurso. Dar continuidade à ciclovia dos Ingleses, que contemplou apenas a avenida principal, pouco mais de 1 Km. Muitos trabalhadores locais certamente dispensariam o uso do coletivo, cujo serviço é péssimo. Com esse dinheiro seria possível construir 6 eixos de animação, com equipamentos esportivos, sendo um para a Lagoa da Conceição, outro para a Praia dos Ingleses, Campeche, Rio Vermelho, Canasvieiras e Prainha. Serviria para ajudar a afastar os jovens das drogas mediante o empenho no esporte. Com esse dinheiro seria possível implantar uma rede de saneamento básico em 15% das praias de Florianópolis, locais onde a situação de despejo de esgoto clandestino é mais crítica, o que já seria um ótimo começo para combater a poluição balneária. Mas o que faz o nosso prefeito? Prefere torrar toda essa dinheirama numa árvore de natal, que vai durar apenas alguns dias. Enquanto contribuintes, estamos nos sentindo como um trabalhador bóia fria a quem foi dado um cartão de crédito por engano e a esposa perdulária subtraiu na calada da noite para estourar além dos limites em qualquer shopping da cidade. Nós, contribuintes, é que vamos pagar essa conta, como sempre. 2010 está aí: Em Janeiro o lobo faminto chamado IPTU já vai tascar a primeira mordida. Seus dentes cresceram e sua bocarra vai vir mais aberta do que nunca. Ficam várias perguntas no ar: Essa gastança absurda, numa simples árvore de Natal, estava prevista na dotação orçamentária do município? Onde está a lei de responsabilidade fiscal? Se haviam, pelo menos, mais três empresas com “know how” para fazer a tal árvore, porque não houve concorrência pública? Para quem iria o excesso superfaturado (2 milhões)? É, amigo contribuinte, talvez você ainda vá assistir aos shows de final de ano na Avenida Beira Mar Norte, porque afinal, o Tribunal de Justiça cassou a liminar que cancelava o contrato com a PalcoSul, responsável pela montagem da árvore e dos eventos. Mas, ao invés do peru de Natal, vai ter que se contentar com pizza mesmo. E ainda assim, pizza fria, pois só no ano que vem é que investigações do superfaturamento vão terminar. Daquele jeito que todos nós sabemos.
16/12/2009
A ÁRVORE DA DISCÓRDIA
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09/12/2009
CUIDADO COM O IBOPE

CUIDADO COM O IBOPE
Pouco importa para os telespectadores quem está na frente ou não nas pesquisas do IBOPE quando se trata de programação da TV aberta. É tudo muito ruim mesmo. Então, não importa saber quem é o menos pior nesse redemoinho de porcarias. Pouca coisa se salva, como é o caso do “Domingo Espetacular”, que deixa a Globo e seu “Fantástico” na poeira. O perigo maior, para o qual todo o brasileiro deve estar atento, é a manipulação de pesquisas eleitorais. Antes mesmo das denúncias e dessa briguinha de comadres entre a Globo e a Record, já havia fortes suspeitas de manipulação de resultados de pesquisa. Antes mesmo da eleição artificial de Fernando Collor de Mello. A Rede Globo e o IBOPE contam com a ingenuidade popular do eleitor que tem em mente uma máxima extremamente medíocre que diz: Não vou votar no fulano porque as pesquisas dizem que ele vai perder. Não vou jogar meu voto fora!
Na opinião da telespectadora Eliane de Cássia Nunes, com relação à TV aberta, “Não temo em afirmar não estar sozinha, o pouco tempo que me resta do dia, não tenho a mínima paciência para aturar os tais programas mais bem cotados, seja em índice de audiência, ou premiados. Os programas ditos “humorísticos”, seja da Globo ou qualquer outra emissora , são decadentes e deprimentes. Os telejornais, insistem em triturar uma notícia (e quanto mais trágica melhor), remoendo o enfático drama. Penso nas nossas crianças, expostas a todo tipo de imagem, violência, apelo sexual, incentivo ao consumismo e muito mau gosto... Como serão nossos próximos adultos?? E como eleitora, concordo plenamente com o autor do blog: Devemos realmente tomar muito cuidado, com os candidatos apontados como preferência popular. Parece que para se ganhar uma eleição, basta apenas ter uma emissora de apoio. O caráter, os feitos e os projetos estão em segundo plano.”
ÍNDICES DE PREFERENCIA (DE QUEM?)
Na reta final desse governo que aí está, observa-se a insistência da mídia global em publicar índices de pesquisas que pretensamente lhe conferem altos índices de aprovação. Até que ponto eles são confiáveis, depois desse escândalo do IBOPE? De quem é o interesse em fixar na mente do eleitor uma fabricada aprovação popular? A candidata do governo, Dilma Houssef já iniciou sua pré-campanha há bastante tempo e a consistência da base de sua candidatura depende da aprovação popular ao governo. Não nego e qualquer pensante desse país há de concordar que o governo Lula fez muitas coisas boas. Mas deixou de fazer outras tantas, seja por falta de vontade ou simplesmente por medo de se atravessar aos interesses do partido e de parlamentares que tem a força (os Dédalos fantasiados de “He-mans”) no Congresso. Pecou e peca, não ouso dizer se por mera covardia, por cumplicidade ou por omissão, quando se trata de levantar a “mão de ferro” contra a corrupção. A posição antes meio morna ficou inequívoca quando, no caso do mensalão do Distrito Federal, disse que “as imagens não falam por si mesmas”.
Enfim, sempre nos policiando para não cair na mesmice dos radicalismos histéricos de qualquer direita neonazista de tablóidezinhos, como alguns que existem aqui em Florianópolis, e nem nas paixões anacrônicas da esquerda hoje falsamente populista, é possível afirmar que estamos sem saída. Mais uma vez. Portanto, como eleitores, só nos resta considerar sempre a máxima de que o continuísmo é pernicioso para a democracia. O revezamento do poder é a única garantia de manutenção sadia do Estado Democrático de Direito.
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08/12/2009
MONSTROS PARTICULARES

Quando li o trecho da carta suicida publicada na “Folha On Line”, escrita por Leila Lopes, que morreu no último dia 3, em São Paulo, notei um fato curioso: Ela usou a palavra “EU” nada menos que 10 vezes, além dos verbos em primeira pessoa. Veja o trecho:
"Eu não me suicidei, eu parti para junto de Deus. Fiquem cientes que não bebo e não uso drogas, eu decidi que já fiz tudo que podia fazer nessa vida. Tive uma vida linda, conheci o mundo, vivi em cidades maravilhosas, tive uma família digna e conceituada em Esteio, brilhei na minha carreira, ganhei muito dinheiro e ajudei muita gente com ele. Realmente não soube administrá-lo e fui iludibriada [sic] por pessoas de má fé várias vezes, mas sempre renasci como uma fênix que sou e sempre fiquei bem de novo. Aliás, eu nunca me importei com o ter. Bom, tem muito mais sobre a minha vida, isso é só para verem como não sou covarde não, fui uma guerreira, mas cansei. É preciso coragem para deixar esta vida. Saibam todos que tiverem conhecimento desse documento que não estou desistindo da vida, estou em busca de Deus. Não é por falta de dinheiro, pois com o que tenho posso morar aqui, em Floripa ou no Sul. Mas acontece que eu não quero mais morar em lugar nenhum. Eu não quero envelhecer e sofrer. Eu vi minha mãe sofrer até a morte e não quero isso para mim. Eu quero paz! Estou cansada, cansada de cabeça! Não aguento mais pensar, pagar contas, resolver problemas... Vocês dirão: Todos vivem!!! Mas eu decidi que posso parar com isso, ser feliz, porque sei que Deus me perdoará e me aceitará como uma filha bondosa e generosa que sempre fui."
O fato de a atriz usar a palavra "EU" tantas vezes , bem como afirmar coisas como “eu decidi que já fiz tudo que podia fazer nesta vida” ou “Eu não quero envelhecer e sofrer” e “Eu decidi que posso parar com isso...” deixa bastante claro que ela entrou num círculo vicioso onde a preocupação fundamental era o “eu” e não os outros. Acreditou piamente que em cometendo suicídio estaria dando início a uma jornada para Deus. Isso ficou bem claro quando disse: “Saibam todos que tiverem conhecimento desse documento que não estou desistindo da vida, estou em busca de Deus.” Pobre moça. Faltou alguém para lhe dizer que Deus estava ali, ao lado dela o tempo todo, mas a cegueira do espírito não a deixou ver. Ela o buscou nos lugares errados. A primeira coisa que precisava fazer era esquecer o “eu” e se preocupar com o “você”. Essa palavrinha tão pequena é a semente do maior dos monstros particulares que um ser humano pode criar. É a raiz do auto-extermínio, da extinção da felicidade, do envelhecimento do espírito. As coisas que verdadeiramente dão satisfação à existência humana são a capacidade de servir, de ajudar, de amparar aos outros, de se preocupar muito mais com o próximo do que com nós mesmos. Essa é a única forma de fugir das nossas próprias assombrações. Na medida em que nossa preocupação se volta exclusivamente para o nosso próprio ego, a vida passa a ser uma coisa vazia, inócua, insípida, cavando um enorme vazio no peito. Invariavelmente conduz a uma sensação de frustração, impotência, inutilidade. E aí, não há como buscar um Deus físico numa jornada precedida de renúncia à vida, quando não o conseguimos encontrar espiritualmente, dentro de nossos próprios corações e mentes.
SUICÍDIO DIÁRIO
Muita gente comete suicídio todos os dias. Não somente por armas ou venenos, mas também e especialmente, mergulhando no mundo das drogas ou do crime. São pessoas onde o “eu” não levou a lugar algum. Pessoas que não conseguiram achar a saída de seu próprio labirinto, quando ela estava ali, o tempo todo, clara, iluminada, brilhante. Pessoas que entraram na escuridão do egoísmo sem deixar marcas num caminho pelo qual jamais pretenderam voltar. Pessoas que tentaram sufocar suas frustrações em lojas de departamentos, em balcões de docerias, em concessionárias de carros importados, em palacetes de beira de praia, em viagens ao redor do mundo, ou em colos de mulheres diferentes, todos os dias. Tentaram fugir do pior dos monstros que um ser humano pode temer: O seu próprio egocentrismo. Mas esqueceram de um detalhe importante: QUANDO DAMOS AS COSTAS PARA O SOL, A SOMBRA SEMPRE SE PROJETA À NOSSA FRENTE. ENQUANTO FOR ASSIM, JAMAIS PASSAREMOS DELA. Tenho para mim que coragem verdadeira é a de enfrentar a vida, de frente. Terminar com tudo é coisa fácil e rápida de executar. Qualquer um consegue. O suicida não sofre. Impõe, sim, sofrimento desnecessário a todos os que o amam. Por longos e longos dias, meses, anos. Seria então, o suicídio, um ato de coragem, como disse a carta, ou um extremado ato de egoísmo e covardia?
Aos que andam sempre ao encontro do sol, e por conseguinte, deixam a sombra para trás, minha homenagem nessa imagem.
03/12/2009
JURERÊ GANHA BANDEIRA AZUL

O selo Bandeira Azul, uma certificação socioambiental concedida pela FEE (Foundation for Environmental Education), foi concedida à praia do Jurerê Internacional, em Florianópolis. A certificação é dada às praias que cumprem programas de educação ambiental, mantendo a qualidade e balneabilidade da água, bem como, fornecem informação e sinalização de segurança aos usuários. A praia tem cerca de dois quilômetros e fica a 25 Km do centro de Florianópolis, sendo a primeira da America Latina a receber o selo. Entretanto, há controvérsias com relação à qualidade da água, visto que ainda existem pontos com a balneabilidade comprometida. De qualquer modo, o selo é válido por apenas um ano, podendo ser renovado ou não. Até lá, vamos ver o que acontece. Portanto, moradores do Jurerê não esqueçam que o preço dessa comenda é a constante vigilância.
O QUE É BANDEIRA AZUL
A certificação Bandeira Azul é concedida pela FEE (Foundation For Environmental Education) que tem sede na Dinamarca. Essa organização ambiental é composta por uma rede de 59 países de todos os continentes. Praias de projeção internacional como a do Algarve (Portugal), Ibiza (Espanha) e Côte D´Azur (França) são alguns dos locais já reconhecidos pela organização.
BANDEIRA MARROM
O titulo Bandeira Azul concedido representa um grande atrativo para o turismo bem como valorização imobiliária do local. É pena que a grande maioria dos comerciantes que atuam nas praias de Florianópolis ainda não tomaram consciência da importância da conservação da orla para a manutenção e crescimento do turismo na região. Na Praia de Ingleses a poluição, insistentemente denunciada por este blog, continua sendo lançada por alguns bares, restaurantes, hotéis e residências. O mesmo acontece na Praia de Canasvieiras, Ponta das Canas, Cachoeira do Bom Jesus, Lagoinha e Praia Brava (esta bastante freqüentada por paulistas e gaúchos). O Mirantesul continuará denunciando. Se você tem notícias, de preferência com fotos, de lançamento de esgoto clandestino nos riachos que desembocam no mar, ou lançamento direto na praia, DENUNCIE. Isso precisa terminar. Por enquanto, tudo o que merecem as nossas praias, por ora, é uma Bandeira Marrom. É a cor daquilo que mais tem, tanto nas praias, quanto na cabeça de alguns.
EXCESSO DE ÓLEO NA ÁGUA
É necessária uma fiscalização intensa por parte da marinha para autuar e multar barcos que estão deixando verdadeiras trilhas de óleo sobre o mar, em Florianópolis. Conforme o vento e as marés, grande quantidade de espuma impregnada desses lubrificantes de embarcações terminam na praia. Barco grande e até mesmo transatlânticos têm despejado lixo em nossa costa. Não é incomum ver trazidos pela maré caixas de leite tetrapac, latas de cerveja importada, garrafas, embalagens plásticas e toda uma gama de lixo que pela marca das embalagens se vê que veio de fora. Pior ainda do que a poluição pura e simples, é o reflexo ambiental disso. Vários tipos de tartarugas que tem habitat no litoral catarinense e que estão em extinção, acabam morrendo sufocadas por engolir lixo. Elas confundem sacos plásticos com águas marinhas, um dos principais alimentos, e acabam engolindo essas porcarias. Como o sistema digestivo dos quelônios tem o formato de um funil, ao final ocorre um entupimento, o que causa a morte do animal. O Projeto Tamar, em Florianópolis, já encontrou inúmeras tartarugas mortas onde a autópsia identificou sufocamento por esses materiais.
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3.12.09
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01/12/2009
A DIVINA BABOSA

Você sabia que a Babosa (Aloe Vera), referida na Bíblia como “arvore perfumada”, foi utilizada por Nicodemus para embalsamar Jesus? Pois é. Ela foi misturada com mirra e outras ervas aromáticas para untar o corpo de Cristo. As aplicações dessa planta miraculosa são inúmeras, pois é um poderoso regenerador e antioxidante natural, podendo ser apontadas algumas, tais como: antibacteriana, anticarcinogênica, antifúngica, antihelmintica, anti hemorroidária, cicatrizante, purgante, preserva saúde capilar, tendinite, ulceras duodenais e pepticas, ulcerações em geral, antireumática, contra sinusite, sapinho, seborreia, torcicolos, tosse, tracome, tuberculose e por vai uma extensa lista. Tudo com comprovação científica. Ela é, provavelmente, a única erva onde encontramos benefícios medicinais em todas as letras do alfabeto, de “a” a “z”.
NA PRAIA
Mas existem ainda outros motivos pelos quais pode ser chamada de “divina”. Que o digam os desavisados (e assados) veranistas que esqueceram do bloqueador solar, enquanto passavam horas na praia: Corta-se o talo fresco da planta, faz-se um corte longitudinal para expor o gel e aplica-se diretamente sobre a pele queimada em movimentos circulares. 
O efeito é imediato, trazendo alívio e agradável sensação de arrefecimento. Ela é rapidamente absorvida pela pele e deve ser reaplicada pelo menos 3 vezes. Isso garante ao “camarão” uma noite tranquila e ainda evita o desagradável efeito posterior das bolhas, coceira e descascamento da pele. Não existe nenhum hidratante e regerador tão eficaz, industrializado ou não. O efeito miraculoso da babosa sobre queimaduras solares é imbatível.
Feito o corte, aplica-se a seiva diretamente sobre a pele queimada.
DE ONDE VEIO
Aloe Vera é uma planta originária de regiões desérticas, solo pobre. Por causa do meio hostil em que se desenvolve, ela adquiriu inúmeras capacidades para sobreviver onde muito poucas espécies vegetais conseguem. Além de crescer no deserto ela também só é encontrada em certas zonas tropicais do mundo e por esta razão não é muito conhecida em regiões de climas frios. Pesquisadores encontraram relatos do uso desta planta entre civilizações antigas como os egípcios, gregos, chineses, macedônios, japoneses e mesmo citações na Bíblia deixam claro que era comum o uso desta planta na antiguidade.
CURIOSIDADES SOBRE A BABOSA
Além de ter sido usada para embalsamar Jesus Cristo, é relatada pelos historiadores como o grande segredo de beleza e rejuvenescimento de Cleópatra, rainha do Egito, que só veio a ser conhecido após sua morte. Alexandre o Grande, famoso general usava essa planta para aplicar bandagens de primeiros socorros aos seus soldados feridos nas intensas guerras que travava. A técnica acelerava a cicatrização, aliviando as dores. Os chineses já a usam há mais de 6.000 anos. Cristóvão Colombo tinha vasos dessas plantas em seus navios para fins medicinais, usando-a em seus marinheiros. Os missionários, no então Novo Mundo, faziam largo uso da babosa, visto que era o mais eficiente tratamento médico que tinham à mão.A Também foi largamente utilizada por antigas tribos do México e América Central e do Sul para tratar do cabelo, pele, couro cabeludo e problemas de estômago. As tribos dos índios Seminole, que povoavam parte dos Estados Unidos e hoje vivem na Flórida, Oklahoma e Arkansas, utilizavam Aloe Vera para cobrir as incisões cirúrgicas e ferimentos das batalhas. A Comissão de Energia Atômica dos EUA usa a seiva no tratamento de queimaduras provocadas por raio-X. Na guerra do Iraque, o exército americano usa em larga escala a babosa em doses concentradas, para tratamento de queimaduras nos soldados.
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1.12.09
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