TORTURA "SUBMARINO" - AFOGAMENTO. PRÁTICA USADA PARA TORTURAR SUSPEITOS DE TERRORISMO, NOS EUA.
Na disciplina de Direitos Humanos com certeza os EUA não foram aprovados com louvor. A começar pelos horrores cometidos contra a população civil na longa sequência de guerras em que o país se envolveu, desde os anos 60 – o que chamam eufemicamente de “danos colaterais” -, até hoje, em Guantânamo, reduto da tortura oficializada. Logo, o Tio Sam não tem moral alguma para criticar, como fez no seu último relatório anual – publicado em Abril -, a questão direitos humanos no Brasil. Violência policial aqui tem. Como lá também. Execuções, aqui as extra-oficiais existem. Mas lá, tem também as oficiais. Tortura de presos é especialidade em Abu Ghraid. George Bush já se foi, mas sua mentalidade deformada a respeito de direitos humanos ainda persiste. Saindo da boca de Dick Chenney, que defende escancaradamente os métodos violentos de interrogatório – leia-se tortura -, colocados em prática durante o governo de George W. Bush com os ditos suspeitos de terrorismo, a linha de conduta é inequívoca. Discriminação racial e social, ineficiência e morosidade da justiça, censura velada. Aqui e lá. Tudo igual. Não se critica a crítica. Porque criticar é preciso. Com certeza, pois dela é que advém o vetor da mobilidade para as soluções. Mas temos que limpar primeiro as nossas casas antes de reclamar da sujeira na casa dos outros. Assim, não resta a menor sombra de dúvida que a questão Direitos Humanos tem muito mais importância do que se lhe é atribuída e anda par e passo com a Democracia. Sem uma, não existe a outra.
01/06/2011
NO, YOU CAN'T
Postado por
MIRANTESUL
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1.6.11
Marcadores: afogamento, censura, direitos humanos, guantanamo, interrogatorio, prisão, torturas
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