02/11/2011

COSTÃO DO SANTINHO: UM BURACO NO VERDE.

Certas edificações não deveriam nem existir. Além de estarem completamente contrárias às normas ambientais, revelam o descaso de um povo ao meio ambiente. O complexo turístico do Costão do Santinho, na praia do Santinho, em Florianópolis, é exemplo típico. Mas esta aí e, infelizmente, temos de aturá-lo. As edificações do resort estão em completa desarmonia com a natureza e na contramão no que diz respeito à arquitetura moderna. A aparência monótona, feia, de fachadas planas, desenhada em cubos de concreto e vidro, têm agudeza de cor e forma que rasgam completamente a harmonia do ambiente ocupado. O impacto que causa é fator de refração a qualquer idéia de harmonia com o ecossistema. Nos dias de hoje, onde o mote é a utilização de energias e técnicas limpas e renováveis, emolduráveis ao contexto ambiental, monstrengos de concreto como o Costão deveriam sofrer uma completa repaginada. Simples maquiagens de fachada, tais como a pintura adequada dos telhados e paredes, bem como a aplicação de plantas trepadeiras nos espaços vazios do concreto, podem modificar radicalmente um layout feio e agressivo. A lanterninha japonesa, por exemplo, é planta de fácil manutenção e que embeleza as fachadas, varandas e ambientes. Assim, fizemos uma comparação do que é em relação ao que poderia ser o Costão do Santinho. Veja e dê sua opinião no link “Postar um comentário”.



O Costão que é assim,



poderia ser assim!


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